Em ofício, Natan sugeriu alterações no modelo do Transporte Universitário de Pojuca



O Transporte Universitário foi o principal tema abordado no oficio elaborado pelo jovem pojucano Natan Fontes e que foi destinado ao gabinete do prefeito do município de Pojuca; Carlos Eduardo Bastos Leite (PSDB).

No documento protocolizado sob o nº 321, a indicação realizada por Natan Fontes sugeriu o prefeito Duda Leite algumas pequenas alterações que fariam grande diferença “à pasta”. A primeira delas seria o cumprimento da Lei Municipal de 1997 que institui a concessão de vales transportes; para o pojucano, os alunos do diurno se sairiam melhor com os vales uma vez que há transporte intermunicipal durante todo o dia, além dos próprios alunos terem a opção de fazerem seus próprios horários. Já para os alunos do turno noturno, haveriam disponibilização de ônibus fretados pela prefeitura, seguindo as mesmas regras de benefício do vale transporte.

O segundo ponto abordado no documento por Natan Fontes seria a abrangência do “projeto vale transporte” que hoje abraça somente aqueles que possuem um (01) salário mínimo per capta por família. No ofício, o também aluno universitário sugeriu alteração na renda; passando de um (01) salário mínimo para dois (02) salários mínimos per capta por família, seguindo a mesma regra dos projetos sociais do Governo Federal.

Seguindo a sua linha pessoal de ousadia e de choque governamental; ainda em sua indicação, Natan sugeriu ao chefe do executivo municipal uma possível contraproposta a ser feita a classe estudantil de graduandos do município. Visando a regra de que todos os cursos são obrigatórios uma quantitativa hora de estágio, a ideia seria que; todos que se beneficiarem do projeto “Vale e Transporte Universitário” estagiem dentro de suas respectivas áreas na Prefeitura Municipal de Pojuca de forma gratuita.

Para Natan, ganhariam todos em Pojuca; pois, os alunos serão "obrigados" a estagiar e nada melhor que fazer isso dentro de seu município sem qualquer custo de deslocamento para outras cidades. Além de beneficiar o órgão público que pouparia na folha de pagamento, evitando assim algumas contratações.